ANÁLISE HORROR DATABASE: Dark Souls 3 - The Ringed City (2017)
Escrito por Monique Alves   
Seg, 24 de Abril de 2017 00:00

A segunda e última expansão de Dark Souls 3 foi lançada no final de Março, e ela fecha de vez a trama da franquia, e de acordo com o feedback dos fãs em redes sociais, a From Software, sua desenvolvedora, acertou em cheio no desfecho.

 

Dark Souls 3 - The Ringed City

 

Em questão à DLC anterior, "Ashes of Ariandel", os fãs ficaram bem divididos, pois apesar de o conteúdo dela ser bom, foi considerado bem curto. Apesar de dois boss novos, o desenvolvimento e os cenários foram rápidos e curtos, mas a batalha contra Irmã Friede e Ariandel marcou como um verdadeiro desafio e uma das melhores lutas com boss da série toda, trazendo três formas extremamente desafiadoras da vilã, equipada (e sabendo usar muito bem!) uma foice com enregelamento e, depois, com chama negra. Ainda assim, mesmo este sendo o ponto alto do material, ele não parece ter satisfeito tanto os fãs quanto a nova expansão.

 

Em The Ringed City, o conteúdo apresentado é maior, e traz quatro novas batalhas com chefes, bem distintas entre elas. Mas antes de entrar nas lutas, é importante salientar outros pontos do DLC, que merecem o seu devido destaque. Ademais, não vamos adentrar em trama, já que o "lore" riquíssimo de Dark Souls não merece ser resumido ou citado em poucas linhas.

 

Dark Souls 3 - The Ringed City

 

Antes de chegar à "cidade anelada", você passa por uma área também nova, onde estrearam os tais anjos, que jogam raios laser em você. Há quem diga que eles entraram para o hall de melhores inimigos da franquia, mas também dos mais chatos, porque é quase impossível escapar de tomar pelo menos um pouco de dano deles. Não adianta tentar matá-los no céu, pois eles são, na verdade, uma "extensão" de criaturas terrestres, escondidas pelo cenário, e são elas que você deve matar para se livrar dos anjos.

 

O ideal é usar elementos do cenário para se proteger e avançar aos poucos, por mais difícil que seja. Este é um dos diferenciais de Ringed City também: usar o cenário. Não bastam os anjos, mas um exército de arqueiros conjurados por um gigante, logo ao chegar à cidade anelada, também exigem se proteger usando o cenário para não morrer. Os arqueiros por si só também não podem ser mortos, e é preciso destruir o gigante para isto.

 

Dark Souls 3 - The Ringed City

 

As batalhas com bosses são bem interessantes e interligadas com a franquia: temos a primeira com duas criaturas que parecem carangueijos na primeira fase, e dependendo de qual dos dois você matar por último, se tornam o verdadeiro boss, Príncipe Demônio. A segunda batalha traz um inimigo conjurado por um destes gigantes dos exércitos de arqueiros, e durante a batalha, além de enfrentar o boss em si, também enfrentará outros players e inimigos comuns, que são os guardiões da pintura.

 

A terceira e última batalha obrigatória é com Gael, que agora é a encarnação da alma sombria ("dark soul"), considerada uma das melhores e mais desafiadoras da franquia inteira por muitos fãs. Ele tem uma barra de energia bem grande, seus ataques são bem intensos e o seu desenvolvimento vem em três etapas (mas em uma única barra de energia) distintas, mas é uma batalha bastante justa e equilibrada.

 

Mais um destaque fica para o boss opcional de The Ringed City, que é o dragão Midir, este que acabou se tornando o pesadelo dos jogadores, também considerado um dos inimigos mais difíceis da série toda. Quem joga Dark Souls sabe que não existe chefe opcional, e todo desafio é bem vindo, mas Midir é aquele que separa os jogadores dos que dominam as artes da franquia de Miyazaki.A segunda e última expansão de Dark Souls 3 foi lançada no final de 

 
Março, e ela fecha de vez a trama da franquia, e de acordo com o 
 
feedback dos fãs em redes sociais, a From Software, sua 
 
desenvolvedora, acertou em cheio no desfecho.
 
Em questão à DLC anterior, "Ashes of Ariandel", os fãs ficaram bem 
 
divididos, pois apesar de o conteúdo dela ser bom, foi considerado 
 
bem curto. Apesar de dois boss novos, o desenvolvimento e os cenários 
 
foram rápidos e curtos, mas a batalha contra Irmã Friede e Ariandel 
 
marcou como um verdadeiro desafio e uma das melhores lutas com boss 
 
da série toda, trazendo três formas extremamente desafiadoras da 
 
vilã, equipada (e sabendo usar muito bem!) uma foice com 
 
enregelamento e, depois, com chama negra. Ainda assim, mesmo este 
 
sendo o ponto alto do material, ele não parece ter satisfeito tanto 
 
os fãs quanto a nova expansão.
 
Em The Ringed City, o conteúdo apresentado é maior, e traz quatro 
 
novas batalhas com chefes, bem distintas entre elas. Mas antes de 
 
entrar nas lutas, é importante salientar outros pontos do DLC, que 
 
merecem o seu devido destaque. Ademais, não vamos adentrar em trama, 
 
já que o "lore" riquíssimo de Dark Souls não merece ser resumido ou 
 
citado em poucas linhas.
 
Antes de chegar à "cidade anelada", você passa por uma área também 
 
nova, onde estrearam os tais anjos, que jogam raios laser em você. Há 
 
quem diga que eles entraram para o hall de melhores inimigos da 
 
franquia, mas também dos mais chatos, porque é quase impossível 
 
escapar de tomar pelo menos um pouco de dano deles. Não adianta 
 
tentar matá-los no céu, pois eles são, na verdade, uma "extensão" de 
 
criaturas terrestres, escondidas pelo cenário, e são elas que você 
 
deve matar para se livrar dos anjos.
 
O ideal é usar elementos do cenário para se proteger e avançar aos 
 
poucos, por mais difícil que seja. Este é um dos diferenciais de 
 
Ringed City também: usar o cenário. Não bastam os anjos, mas um 
 
exército de arqueiros conjurados por um gigante, logo ao chegar à 
 
cidade anelada, também exigem se proteger usando o cenário para não 
 
morrer. Os arqueiros por si só também não podem ser mortos, e é 
 
preciso destruir o gigante para isto.
 
As batalhas com bosses são bem interessantes e interligadas com a 
 
franquia: temos a primeira com duas criaturas que parecem 
 
carangueijos na primeira fase, e dependendo de qual dos dois você 
 
matar por último, se tornam o verdadeiro boss, Príncipe Demônio. A 
 
segunda batalha traz um inimigo conjurado por um destes gigantes dos 
 
exércitos de arqueiros, e durante a batalha, além de enfrentar o boss 
 
em si, também enfrentará outros players e inimigos comuns, que são os 
 
guardiões da pintura.
 
A terceira e última batalha obrigatória é com Gael, que agora é a 
 
encarnação da alma sombria ("dark soul"), considerada uma das 
 
melhores e mais desafiadoras da franquia inteira por muitos fãs. Ele 
 
tem uma barra de energia bem grande, seus ataques são bem intensos e 
 
o seu desenvolvimento vem em três etapas (mas em uma única barra de 
 
energia) distintas, mas é uma batalha bastante justa e equilibrada.
 
Mais um destaque fica para o boss opcional de The Ringed City, que é 
 
o dragão Midir, este que acabou se tornando o pesadelo dos jogadores, 
 
também considerado um dos inimigos mais difíceis da série toda. Quem 
 
joga Dark Souls sabe que não existe chefe opcional, e todo desafio é 
 
bem vindo, mas Midir é aquele que separa os jogadores dos que dominam 
 
as artes da franquia de Miyazaki.