analises-horrordatabase

Acervo de entrevistas com pessoas voltadas à criação de games de terror.

 



ANÁLISE HORROR DATABASE: Dead Rising 'Remastered' (2016)
Escrito por Monique Alves   
Dom, 18 de Setembro de 2016 17:18

Minha primeira experiência jogando Dead Rising foi este ano, 2016, dez anos depois do lançamento do primeiro jogo para o Xbox 360. Eu já havia visto algumas coisas dele, já havia visto pessoas jogando, até porque a temática de apocalipse zumbi sempre foi algo que me interessasse, então nada mais lógico do que, mesmo não tendo o console para jogar, eu fosse atrás de pelo menos conhecer o jogo.

 

Antes de qualquer coisa, porém, eu preciso confessar que também não fui atrás de jogar os títulos posteriores de Dead Rising por conta do tipo de abordagem de apocalipse zumbi que ele tem: o humor negro, o lado "divertido" de matar zumbis nunca foi o meu forte, mesmo assistindo e gostando de filmes como Fome Animal, Evil Dead e A Volta dos Mortos-Vivos. Mas, sei lá, ver filme é uma coisa e jogar é outra, sendo uma experiência muito mais imersiva e que toma muito mais do seu tempo.

 

Dead Rising 'Remastered'

 
ANÁLISE RESIDENT EVIL DATABASE - Demo "Lantern" de Resident Evil 7 (BGS2016)
Escrito por Monique Alves   
Qui, 08 de Setembro de 2016 19:01

No primeiro dia da edição 2016 da Brasil Game Show, testamos a nova demo de Resident Evil 7. "Lantern" foi disponibilizada primeiramente para os jornalistas durante a Gamescom, evento realizado na Alemanha no mês de Agosto, e agora esteve presente também na BGS, mais uma vez disponível somente para a imprensa, e sem o suporte ao VR. De acordo com a Capcom, este trecho do game ainda está sendo trabalhado em VR e, por isso, precisou ser testado da maneira convencional.

 

Resident Evil 7

 
ANÁLISE RESIDENT EVIL DATABASE - Resident Evil 4 (Port, 2016)
Escrito por Monique Alves   
Qua, 07 de Setembro de 2016 00:00

Resident Evil 4 é mais um relançamento da Capcom para a atual geração de consoles (Playstation 4 e Xbox One), chegando depois dos também recém-relançados Resident Evil 6 e Resident Evil 5. O objetivo da Capcom é claramente o de tornar aos fãs estes jogos mais acessíveis em plataformas atuais, enquanto Resident Evil 7 não chega, e assim ficam a par da trama, afinal, são 20 anos de franquia e uma extensa história com inúmeros personagens!

 

Basicamente, tudo o que já falamos nas análises de Resident Evil 5 e Resident Evil 6 será repetido aqui, como o título agora estar com suporte a 1080p e melhorias gráficas notáveis, com uma movimentação muito mais fluida e natural. Houve também algumas mudanças em texturas, especialmente nos itens do inventário e no hub, no canto da tela, que ficaram mais definidos. Assim como os últimos ports de Resident Evil 4 lançados para o PS3 em HD e para PC como Ultimate HD, todos os conteúdos extras (modo The Mercenaries, Separate Ways e Assigment Ada) também já estão inclusos nesta versão.

 

Resident Evil 4 HD

 
ANÁLISE RESIDENT EVIL DATABASE - Resident Evil 5 (Port, 2016)
Escrito por Monique Alves   
Qui, 14 de Julho de 2016 00:00

No início deste ano, a CAPCOM anunciou uma série de relançamentos de títulos de Resident Evil para a atual geração de consoles, Playstation 4 e Xbox One. O primeiro título a ser relançado neste pacote foi Resident Evil 6, em Março, seguido agora por Resident Evil 5 no final de Junho e encerrando com Resident Evil 4, no final de Agosto.


Alguns fãs têm reclamado desta quantidade de relançamentos da franquia, especialmente em relação a Resident Evil 5, pelo fato de este ser o título mais vendido da história da Capcom, superando até Street Fighter II. Mas é importante termos em mente duas coisas: a primeira é que muitas pessoas se desfazem da geração passada ao adquirirem um console da atual, e junto com os consoles se vão diversos jogos (isto, é claro, não se aplica ao PC, por isto estamos falando de consoles, que fique claro).

 

Resident Evil 5

 
ANÁLISE HORROR DATABASE: Dark Souls 3 (2016)
Escrito por Monique Alves   
Seg, 25 de Abril de 2016 13:30

Antes de jogar Bloodborne, eu não havia tido qualquer contato com a "série Souls", porque achava que era difícil demais e eu perderia facilmente a paciência e disposição de jogar, mas quando joguei Bloodborne, tudo mudou, e eu não sei como fiquei tanto tempo sem encarar esta série absurdamente viciante e, por que não dizer, para masoquistas que curtem um belo desafio. Depois de Bloodborne, passei pelos dois Dark Souls anteriores, e não via a hora de chegar o terceiro, depois de pirar com o trailer de anúncio na E3 de 2015.

 
Este dia finalmente chegou, e é realmente muito bom ter Dark Souls de volta à minha vida! Apesar de não haver grandes mudanças na jogabilidade, a movimentação está bem mais fluida do que nos jogos anteriores, seja para atacar ou esquivar, ou para explorar os belíssimos cenários. Isto não quer dizer que você não morrerá muito no jogo, porque isto acontecerá, você planejando ou não, e mais do que possa imaginar, portanto, não se iluda com quem esbraveja que Dark Souls está ficando mais fácil para atender a grande massa que vem se tornando adepta da saga, porque alguns bosses ainda te farão ter ataques de fúria inimagináveis e vão te fazer sentir saudades daquele que te fez chorar de ódio em um jogo anterior.

 

Dark Souls 3

 
<< Início < Anterior 1 2 3 Próximo > Fim >>

Página 1 de 3